"Sabe, Senhor? Eu descobri que existe um lugar em ti Pai, onde eu posso me esconder, E a Glória Humana não me impressiona, Os aplausos dos homens não me impressionam, Onde a Tua Face está diante de mim Senhor ... Sabe, Jesus? Eu te peço: Me leva pra esse lugar, Senhor ... Onde eu poço descansar no colo do meu Papai, que é Senhor ... Pois eu nasci, senhor, eu nasci só pra te adorar, Senhor ... Eu não sou propriedade de Ninguém, eu sou propriedade Tua, Jesus ... Sou totalmente Teu, Completamente Teu ... Apaixonada por ti Jesus ... Oh Deus!
'... Ah, Mas gosto, e como gosto de pessoas. Não sei me comunicar com elas, mas gosto de vê-las, de estar a seu lado, saber suas tristezas, suas esperas, suas vidas. Às vezes também me dá uma bruta raiva delas, de sua tristeza, sua mesquinhez. Depois penso que não tenho o direito de julgar ninguém, que cada um pode — e deve — ser o que é, ninguém tem nada com isso. Em seguida, minha outra parte su ssurra em meus ouvidos que aí, justamente aí, está o grande mal das pessoas: o fato de serem como são e ninguém poder fazer nada. Só elas poderiam fazer alguma coisa por si próprias, mas não fazem porque não se vêem, não sabem como são. Ou, se sabem, fecham os olhos e continuam fingindo, a vida inteira fingindo que não sabem! ( Caio Fernando Abreu )

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